terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Depois de tanto tempo sem escrever, estamos de volta! E na aula de hoje falaremos sobre covardia. Covardia é o oposto de Coragem. Algo que remete a não tentar, a não buscar, a não lutar. É desistir. É recusar um amor pela dor e sofrimento que ele traz, é se conformar com o que não tem, mas poderia ter. Como soa triste essa definição! As pessoas são covardes por diversos motivos. A maioria por experiências ruins do passado. Pela ansiedade do que pode vir. Pelo medo do desconhecido. Pelo vício. Pelo costume. Diante de tantos motivos, a covardia poderia ser aceitável. Mas não é. Não podemos simplesmente nos basear no SE. Ahh...essa pequena palavra: se. E se isso acontecer? E se aquilo não acontecer? E se? E se? Devemos nos basear no que é real e não no que pode acontecer. Devemos ser otimistas, perseverantes, persistentes. Esses medos e anseios de fato nos fazem ficar parados, na nossa zona de conforto. Mas ficar parado é exatamente o que te segura e te impede de avançar, de evoluir, de crescer, e, claro, de ser feliz. Então, tomei uma pequena decisão a um tempo atrás: Não serei mais covarde! Poderei ter mil motivos para desistir, mas se tiver somente um para prosseguir, então é nisso que vou focar. Vou sentir medo? Sim! Vou ficar ansioso e minha cabeça vai me torturar? Sim! Vou poder apagar meu passado e minhas experiências ruins? Não! Vou poder ter a certeza das coisas? Não! Mas o que me motiva, o meu objetivo a se perseguir é simplesmente tentar. E se der errado? Vou tentar de novo. E de novo. E de novo. Até minha vida acabar. Até não ter mais forças. E se no final todo meu esforço for em vão, poderei sentir orgulho de mim ao poder falar: Pelo menos eu tentei! É muito melhor dormir com a certeza do não do que com a dúvida do sim. E se se apaixonar é uma loucura, então serei um louco, em um mundo de covardes. Mas jamais serei um covarde, em um mundo de loucos!